Você já ouviu falar de Gordofobia???

segunda-feira, agosto 17, 2015 Unknown 0 Comentários



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12 Questões que Você Precisa Saber Sobre Cirurgia Bariátrica (Gastroplastia, redução do estômago)!

sábado, agosto 15, 2015 Unknown 0 Comentários


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12 Questões que Você Precisa Saber Sobre Cirurgia Bariátrica - Gastroplastia, redução do estômago!

A obesidade é uma doença que atinge milhões de pessoas no Brasil e no mundo. 
A primeira opção para se livrar do excesso de peso é o chamado tratamento clínico, que inclui dieta, exercícios, medicação e acompanhamento de endocrinologista e nutricionista. O trabalho em conjunto com fisioterapeuta e psicólogo melhoram ainda mais os resultados.Entretanto, nem sempre tratamento clínico é eficaz. Nestes casos, o tratamento cirúrgico deve ser considerado. 

1. O que é cirurgia bariátrica?
A cirurgia bariátrica – também conhecida como cirurgia da obesidade, ou, popularmente, redução de estômago – reúne técnicas destinadas ao tratamento da obesidade e das doenças associadas ao excesso de gordura corporal ou agravadas por ele.

2. Quem pode fazer a cirurgia?
A indicação cirúrgica deve ser decidida sob a análise de três critérios: IMC, idade e tempo da doença.
Quanto ao IMC:
  • IMC acima de 40 kg/m², independentemente da presença de comorbidades.
  • IMC entre 35 e 40 kg/m² na presença de comorbidades.
  • IMC entre 30 e 35 kg/m² na presença de comorbidades que tenham obrigatoriamente a classificação “grave” por um médico especialista na respectiva área da doença. É também obrigatória a constatação de “intratabilidade clínica da obesidade” por um endocrinologista.

Quando à idade:
Abaixo de 16 anos: exceto em caso de síndrome genética, quando a indicação é unânime, o Consenso Bariátrico recomenda que, nessa faixa etária, os riscos sejam avaliados por cirurgião e equipe multidisciplinar. A operação deve ser consentida pela família ou responsável legal e estes devem acompanhar o paciente no período de recuperação.
Entre 16 e 18 anos: sempre que houver indicação e consenso entre a família ou o responsável pelo paciente e a equipe multidisciplinar.

3. Quem não pode fazer cirurgia bariátrica? (contra-indicações)
  • Limitação intelectual significativa em pacientes sem suporte familiar adequado;
  • Quadro de transtorno psiquiátrico não controlado, incluindo uso de álcool ou drogas ilícitas; no entanto, quadros psiquiátricos graves sob controle não são contraindicativos à cirurgia;
  • Doenças genéticas

4. Quais são os tipos de cirurgia?
  • Técnicas restritivas: técnicas que limitam o volume de alimento sólido que o paciente ingere nas refeições. De uma forma geral, com estas técnicas o paciente come menos sólidos e pastosos e acaba emagrecendo. Entretanto, o resultado depende da colaboração do paciente, pois alimentos líquidos podem ser ingeridos quase no mesmo volume que eram antes da operação e se forem muito calóricos poderão atrapalhar ou até impedir a perda de peso.
  • Técnicas disabsortivas: técnicas que reduzem a capacidade de absorção do intestino, levando ao emagrecimento. Geralmente, são muito bem sucedidas quanto ao emagrecimento, que pode chegar a 40% do peso original, embora haja necessidade de controle mais rígido quanto a distúrbios nutricionais.
  • Técnicas Mistas: técnicas com pequeno grau de restrição e desvio curto do intestino com discreta má absorção de alimentos.


5. É necessário abrir o abdômen para fazer essas cirurgias
Não. Atualmente as cirurgias para obesidade são realizadas por videolaparoscopia. Ela é realizada através de 6 ou 7 pequenos cortes no abdome. Somente em algumas situações especiais não é possível realizar a cirurgia por via laparoscópica, como em pessoas que foram submetidas a cirurgias abdominais prévias.

6. Quanto tempo o paciente ficará no hospital?
Geralmente a alta ocorre no 4º dia de internação. Após aceitação dos líquidos, não referindo dor e ocorrendo eliminação de flatos (gases intestinais) o paciente poderá receber alta hospitalar. Isso depende de cada pessoa, procedimento realizado e profissional.

7. Qual a duração da cirurgia?
De duas horas a três horas, variando da habilidade da equipe e da técnica operatória escolhida (cirurgia restritiva ou cirurgia restritiva-disabsortiva)

8. O que é Síndrome de Dumping?
Também conhecida como esvaziamento gástrico rápido, trata-se de uma complicação bariátrica, na qual o alimento ingerido passa rapidamente pelo estômago, caindo no intestino delgado com grande parte dele ainda não digerido.
Após cirurgias bariátricas, os movimentos peristálticos podem ficar desregulados, despejando o conteúdo gástrico muito rapidamente no intestino delgado. Ingerir certos alimentos como açúcares refinados, derivados do leite e gorduras facilita o surgimento das crises. O Dumping acontece quando, depois de beber ou comer, o paciente apresenta taquicardia, sudorese, tontura, queda da pressão arterial e diarreia. Qualquer combinação destes sintomas pode ocorrer em intensidades variadas, dependendo do que a pessoa comeu.


9. Quais são os cuidados recomendados?
  • Acompanhamento psicológico: o foco do acompanhamento psicológico deve ser preventivo e educativo. É preciso considerar o aparecimento de fatores de estresse – como ansiedade, ciúmes do parceiro, desejo de liberdade etc. -, após a cirurgia. Além disso, o paciente pode criar expectativas que não serão atingidas com a perda de peso, simplesmente porque dizem respeito a certas frustrações ou imaturidade diante da vida.
  • Acompanhamento nutricional: o nutricionista tem papel fundamental no acompanhamento do paciente rumo à cura da obesidade. Este profissional deve prestar toda a orientação necessária para a dieta líquida pós-operatória, sua evolução para a pastosa e, finalmente, sua transição definitiva para a alimentação normal. O objetivo do acompanhamento nutricional é buscar o bem-estar físico e emocional através da seleção dos alimentos que contenham os nutrientes adequados e que atendam às necessidades de cada paciente para que a rápida perda de peso não leve à desnutrição.
  • De forma geral, a principal mudança na alimentação após a cirurgia é uma redução importante na quantidade de alimentos consumidos diariamente devido à redução do estômago. Porém, outros cuidados com a alimentação são fundamentais. Pode-se dividir o cuidado com a alimentação em cinco fases após a cirurgia:
  • Fase da alimentação líquida: esta fase corresponde às duas primeiras semanas após a cirurgia e caracteriza-se com uma fase de adaptação. A alimentação é líquida e constituída de pequenos volumes e tem como principal objetivo o repouso gástrico, a adaptação aos pequenos volumes e a hidratação. Como consequência da alimentação líquida, a perda de peso é bastante grande nestas duas semanas, devendo-se introduzir o uso de complementos nutricionais específicos para evitar carências de vitaminas e de minerais. É recomendada a utilização de suplementos a base de proteínas, que conferem maior saciedade, e imunomoduladores.  Suplemento proteico líquido, é um dos produtos indicado para esta etapa. Ele traz em sua composição 17g de proteína isolada do soro de leite, de alto valor biológico, de fácil digestão e absorção, sem gordura, sem colesterol, sem glúten, sem carboidratos, sem conservantes e adoçantes artificiais ou sintéticos.
  • Nutrir os enterócitos também é necessário, pois favorecer a integridade intestinal é determinante para evitar a desnutrição severa pós-cirúrgica, já que esta ação melhora a absorção dos nutrientes. O Glutatecé um suplemento alimentar formulado com L-Glutamina 100% pura para nutrição enteral ou oral, que atua como nutriente para as células imunológicas e apresenta importante função anabólica promovendo o crescimento muscular.
  • Fase da evolução de consistência: de acordo com a tolerância e as necessidades individuais, a alimentação vai evoluindo de líquida para pastosa com a introdução de preparações liquidificadas, cremes e papinhas ralas. A evolução de cada paciente é variável de forma que a escolha de cada alimento deve ser acompanhada cuidadosamente para evitar desconfortos digestivos, como dor, náuseas e vômitos. Esta fase tem um tempo de duração diferente para cada indivíduo, durando em média 2 semanas.
  • Fase da seleção qualitativa e mastigação exaustiva: após o primeiro mês da cirurgia, inicia-se uma fase onde a seleção dos alimentos é importantíssima, pois considerando que as quantidades ingeridas diariamente continuam muito pequenas, a preferência deve ser dada aos alimentos mais nutritivos, escolhendo fontes diárias de ferro, cálcio e vitaminas. Como a alimentação passa a ser mais consistente, é importante mastigar exaustivamente. A duração desta fase também varia individualmente e dura em média 1 mês.
  • Fase da otimização da dieta: nesta fase a alimentação vai evoluindo gradativamente para uma consistência cada vez mais próxima do ideal. Esta fase tende a ocorrer a partir do 3º mês após a cirurgia, quando quase todos os alimentos começam a ser introduzidos na alimentação diária. Nesta fase o paciente deve ser capaz de selecionar os alimentos que lhe tragam mais conforto, satisfação e qualidade nutricional. Somente não são tolerados alimentos muito fibrosos e consistentes.
  • Fase da adaptação final e independência alimentar: esta fase deve acompanhar o paciente a partir do 4º mês e, como nas fases anteriores, também evolui de acordo com as características individuais podendo iniciar-se um pouco antes ou um pouco depois do 4º mês. A partir desta fase, um acompanhamento periódico faz-se necessário somente para o acompanhamento da evolução de peso e levantamento de informações para identificar se existem carências nutricionais como, por exemplo, a anemia. O paciente já tem segurança na escolha dos alimentos e está apto a compreender quais são os alimentos ricos em proteínas, glicídios e lipídios, cálcio, ferro, vitamina A, vitamina C, folatos além de outras propriedades nutricionais.

10. Quando o paciente poderá voltar ao trabalho?
O retorno é variável, depende do tipo de atividade desenvolvida e do tipo de cirurgia. O período ideal é entre quatro e seis semanas, pois nesta época você estará desenvolvendo novos hábitos alimentares e iniciará a fase da dieta pastosa.

11. Após a cirurgia com quanto tempo o paciente poderá engravidar?
A orientação é que a gravidez só ocorra após o primeiro ano de cirurgia para que o organismo tenha tempo de se adaptar às mudanças. Ao primeiro sinal de atraso menstrual, deve-se iniciar o ácido fólico além dos suplementos vitamínicos que já são utilizados diariamente. Com a confirmação da gravidez, inicia-se o pré-natal rotineiro. Nessa fase, a alimentação deve ser readaptada à nova situação (dieta fracionada com um alto teor protéico). Um acompanhamento rigoroso com o seu cirurgião é recomendado no período gestacional.

12. Qual o período ideal para fazer cirurgia plástica?
O ideal é um ano após a cirurgia, lembrando que esta não é uma cirurgia estética, mas reparadora. Ela se faz necessária dependendo da idade, tipo de pele, quanto peso perdeu e quanto tempo tem de operada.

E então?
Vocês estão prontos para isso, ou para ajudar alguém que passará por isso???
Sei que existem milhões de outras coisas que precisamos saber, se você sabe de mais alguma, contem para nós! E vamos nos ajudando, não é mesmo!

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Um beijo! E até a próxima!




Bibliografia Consultada:
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA (SBCBM). Cirurgia bariátrica e metabólica.
BORDALO et al. Cirurgia bariátrica: como e por que suplementar.Revista da Associação Médica Brasileira, 2011.
ARAÚJO, A. M.; MOTTA-E-SILVA, T. H.; FORTES, R. C. A importância do acompanhamento nutricional de pacientes candidatos à cirurgia bariátrica. Comunicação em Ciências da Saúde, 2010.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dicas em saúde. Cirurgia Bariátrica.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA (SBEM). 10 coisas que você precisa saber sobre cirurgia bariátrica.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA (SBEM). Cirurgia bariátrica e diabetes.
AMERICAN SOCIETY FOR METABOLIC & BARIATRIC SURGERY (ASMBS).


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Data Marcada - ByPass com ou sem anel?

quarta-feira, agosto 12, 2015 Unknown 0 Comentários


Oieeeeee Meus amores.... Tudo bem

Saudades!!!!!!
Novidades..... Se tudo der certo, irei me operar no dia 18 de setembro.....Aiiiii Que nervoso!
Minha pericia do convenio será agora no dia 19, o primeiro pensamento que me veio na cabeça foi "já pensou nadar, nadar e morrer na praia?"
Mais vamos em frente....Agora é a hora gente!!!!

Assim que eu fizer a pericia venho contar para vocês um Beijo!!!!!


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